Como cobrar um freelance do jeito certo?

Primeiramente, não é porque é freelance que tem que ser quase de graça. Nada disso. O termo “freelancer”, que em inglês quer dizer profissional autônomo, é usado para designar profissionais que trabalham sob outra forma de contratação, que não a prevista por contrato, mediante as normas da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas.

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Com isso, o profissional tem a liberdade de escolher para quem, como, quando e onde deseja trabalhar, sendo remunerado pelo serviço que prestar e não mediante um contrato de trabalho, que o torna ligado à empresa por tempo indeterminado.

Há empregadores que confundem trabalho “freelancer” com trabalho de alta qualidade a preços muito baixos – o que é um erro.

No caso, por exemplo, de redatores e profissionais da comunicação que desejam trabalhar por conta, o valor cobrado por lauda (texto com 1.400 caracteres), já é estipulado pelo Sindicato e se encontra disponível no site. O mesmo ocorre com profissionais de outras categorias.

Contudo, nem sempre o valor defendido pelo Sindicato é um valor compatível com a situação financeira do cliente. Muitas vezes é necessário readequar os valores para conseguir trabalho e, com isso, o sustento desejado.

Para cobrar nestas circunstâncias um valor que seja justo, que não seja antiético com relação à classe e, principalmente, que mantenha a procura em alta, é necessário pesquisar o preço no mercado. Se outros profissionais tão bons quanto cobram R$ 150 por lauda, baixar o preço para R$ 50 no intuito de conseguir o serviço não parece o jeito certo.

É preciso calcular, por exemplo, o valor de sua mão de obra, gastos, tempo, estudos, dedicação, qualidade técnica e profissional, sem contar as despesas de escritório e outros, que precisam ser pagas em dia.

Sem contar que um valor muito baixo desqualifica a própria profissão, uma vez que a lei de mercado é sempre forçar o preço para baixo.

Portanto, antes de precificar o seu trabalho, pesquise os valores praticados no mercado e tente calcular o preço de sua qualidade profissional (estudos, conhecimentos, tempo, formação, experiência), além dos custos de instalação e dependências.

Se o seu trabalho tem valor não há razão para não cobrar um preço justo por ele. Quem deseja qualidade, tem que pagar e respeitar ao profissional.

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2018-05-04T10:50:21+00:00 maio, 2018|Categories: Tendências de Mercado|Comentários desativados em Como cobrar um freelance do jeito certo?